Ela sentiu coisas que não queria; o corpo reagiu ao estímulo novamente. Pelo menos no escuro, ele não percebeu.
Ele se afastou e perguntou se ela ia ficar bem.
— Sim — respondeu, segurando o macacão com a mão sobre os seios.
— Entra, eu fico no portão olhando — disse ele.
Confusa com ela mesma, ela pediu:
— Vem abrir a porta pra mim? Por favor?
Ele fechou o portão e entrou com ela. Ambos em silêncio, o clima era evidente. Quando chegaram à porta, ela acendeu a luz. Ele devolveu a bolsa dela e f