A mensagem foi entregue na mesma hora.
Clara viu o aviso surgir na tela e ficou parada, esperando o próximo sinal.
Nada.
Nenhum “digitando”.
Nenhuma resposta.
Ela deixou o celular sobre a mesa, tentando agir como se não estivesse esperando.
Mas estava.
Passaram alguns minutos.
Depois mais alguns.
Clara pegou o celular de novo.
A mensagem continuava lá, solitária, sem resposta.
Um incômodo cresceu no peito.
Não era ansiedade.
Era algo mais seco.
Mais irritante.
Como se ela estivesse sendo ignora