Mundo ficciónIniciar sesiónQuando o cartão magnético destravou a porta da Suíte Real, encontrei um cenário de guerra corporativa.
O quarto, antes impecável, estava coberto de papéis, gráficos e xícaras de café vazias. Gabriel estava sentado no sofá de veludo, com a camisa branca desabotoada até o meio do peito, as mangas arregaçadas e o cabelo bagunçado, como se tivesse passado as mãos por ele mil vezes. Ele segurava o telefone no ouvido e digitava no laptop com a outra mão.
— Eu não me importo com o fuso







