Eliza chegou ao toalete em frangalhos — não tanto pela pressão psicológica de Giulietta e Beatrice, mas, sim, por imaginar que a menos de algumas horas, Beatrice estaria desfrutando da companhia de Giulio. Eliza sabia que era loucura ficar se martirizando por alguém que não estava nem aí para ela, mas, seu coração sonhador, infelizmente, ainda não compreendeu que Giulio era um sonho impossível e que, insistir em levar adiante aquela loucura, só traria sofrimento e dor para ela. Eliza queria pod