POV Lucy
O silêncio da cobertura após a frieza de Dylan na varanda foi o que mais me machucou. Eu tinha entregado a ele a chave do meu passado, mas ele tinha batido a porta do dele na minha cara com uma violência silenciosa.
Cerca de uma hora depois, deitada na cama e encarando o teto, ouvi o som abafado, mas definitivo, da porta principal batendo. Sentei-me no mesmo instante. O relógio marcou 00h50. Desci as escadas apressada, o robe de seda balançando, mas o hall estava vazio. Dylan tinha s