POV Dylan
O silêncio do corredor do hospital durante a madrugada era um teste de sanidade.
O único som era o do meu próprio coração, um batimento compassado que, pela primeira vez em meses, não carregava a urgência de um CEO ou a frieza de um estratega. Era o ritmo de um homem que estava esperando. Esperando o quê? A redenção? O perdão? Ou talvez apenas a oportunidade de ser visto por ela novamente, não como o monstro, mas como o homem que tinha decidido, contra toda a lógica do seu ego, que a