Por Milena
Ele adentra ao auditório com passos firmes, rosto fechado e fachada de poucos amigos.
Em nada ele me lembra aquele cara gentil e amoroso daquela noite. Com quem estive conversando sobre tantas coisas. Tão solto, tão acessível, tão falante.
Ele olha na minha direção, parecendo alheio à minha pessoa, o que me traz um misto de sentimentos.
Não que eu esperasse um: Olá querida, como tem passado! Aquela noite foi incrível, não acha!
Ora, será que seria melhor ele me reconhecer, ou