Mais tarde, o apartamento estava em silêncio de novo.
A luz do abajur deixava o quarto em um tom âmbar suave. A cama ainda bagunçada, cheiro de sabonete recém-usado misturado com o perfume dela.
Lívia estava deitada de lado, vestindo apenas a camisa dele. A barra mal cobria o topo das coxas. Henrique, de cueca, apoiava a cabeça na própria mão, observando-a como se ainda estivesse absorvendo a presença dela ali.
Ele passou o dedo devagar pela perna dela.
— Gatinha… você costuma sair à noite?
Ela