— Ei! Limites! — ela reclamou, mas dessa vez não conseguiu esconder o sorriso que escapou. — A gente precisa de limites.
Ele riu, relaxando um pouco.
— Tá bom. Foco.
O silêncio ficou mais sério.
— Eu chamei a minha filha pra conversar. Queria ajuda pra sair de casa de forma amigável. Mas eu não ia fazer isso ontem.
— Pra que você meteu a menina nisso? — ela perguntou, depois de um gole de refrigerante. — Isso é assunto de adulto.
— Ela tem dezessete anos. Eu achei que fosse entender. — Ele apoio