O silêncio do quarto durou uma fração de segundo.
Antes que eu pudesse alcançar a luz, uma mão forte e firme emergiu da penumbra e me puxou com violência para trás. Meu corpo chocou-se contra um peito rijo e aquecido. O susto foi imediato, o ar fugiu dos meus pulmões e meu primeiro instinto foi abrir a boca para gritar por socorro.
No mesmo milissegundo, a outra mão cobriu meus lábios com força, abafando qualquer som antes que cruzasse a porta.
— Shii... fica quietinha, Valentina — a voz grave,