Mas porque, apesar de tudo… ele ainda era meu irmão.
O celular vibrou no meu bolso. reconheci a ligação, antes mesmo de tocar na tela.
Era a Laura.
Aquele era o horário de almoço dela. Imaginei que ela ligaria.
Antes de atender, olhei de relance para Vicenzo.
— É ela não é? Vai contar o que aconteceu aqui?
ele perguntou, cruzando os braços.
— Não.
respondi seco.
— Não vou jogar isso sobre ela.
Ele assentiu, sem questionar.
— Ela, mais do que ninguém, teria motivos p