Luísa
— Luísa, preciso que pare — ele disse, com a voz rouca, o olhar pesado de desejo.
— Nem mais um pouquinho? — perguntei, passando a ponta da língua pelos lábios, fingindo inocência.
— Não seja desobediente, querida, ou terei que te castigar.
Sorri, provocando. — Então me castigue, doutor Leonardo.
Eu sabia exatamente como provocar aquele homem. E, sinceramente, naquela noite, eu precisava de uma dose de caos, de urgência, de toque. Precisava dele.
Leonardo me puxou para cima com firmeza, m