O crepúsculo se estendia como um manto pesado sobre o castelo, os longos corredores e salões ecoando a melancolia que parecia impregnada nas paredes de pedra. Enry estava em seus aposentos, observando o luar filtrando-se pela janela alta, iluminando parcialmente seu rosto. Ele segurava uma taça de vinho, mas não havia tocado na bebida. Seus pensamentos estavam muito longe dali, perdidos em um turbilhão de emoções e dúvidas.
Um leve bater à porta o tirou de seus pensamentos. Ele franziu o cenho,