No porão úmido e escuro, Danika estava jogada no chão de pedra fria, sentindo o peso da miséria sufocante. O ar ao seu redor era denso e pesado, a escuridão envolvente fazia com que o tempo perdesse qualquer significado. Seus olhos estavam inchados, as lágrimas secas marcando sulcos profundos em seu rosto sujo. Ela tremia incontrolavelmente, o corpo encharcado de suor e sangue seco. A sede ardia em sua garganta, e o frio parecia corroer seus ossos. Mas nada disso se comparava à dor dentro de su