Logo, o portão da mansão se abriu.
A silhueta alta de Jorge saiu cambaleando pela porta.
À luz do luar, Naiara viu que o rosto de Jorge estava pálido, ele pressionava o abdômen com uma das mãos, e o sangue escorria incessantemente entre seus dedos, tingindo a camisa branca de um vermelho gritante.
— Você está ferido? — A voz de Naiara tremeu enquanto ela estendia a mão para ampará-lo.
Jorge, porém, agarrou bruscamente o pulso dela, perguntando com a voz rouca:
— Quem mandou você vir?
Naiara desv