O tempo passou silenciosamente.
Mais um ano se passou, e Naiara, como de costume, foi até a igreja nos arredores da cidade para rezar pelas crianças do orfanato.
O início da primavera ainda trazia um friozinho nas montanhas, ela apertou o xale de caxemira junto ao corpo e ajoelhou-se diante do banco, rezando em silêncio.
No altar, a luz das velas tremulava suavemente, e a tranquilidade do incenso de mirra envolvia o ambiente, fazendo com que seu coração aos poucos se acalmasse.
Em seguida, ela d