Magnus Blackwood
À noite, depois que Emily dormiu, fui até a varanda. O céu do Texas estava limpo e milhares de estrelas cobriam a escuridão.
Ouvi passos atrás de mim.
Era Samuel.
Ele carregava duas canecas de café. Entregou uma para mim.
— Não consegui dormir — expliquei.
Ele assentiu.
— Nem eu, quando perdi minha esposa.
Olhei para ele, surpreso.
Samuel raramente falava da própria vida.
— Pensei que nunca fosse conseguir amar outra vez — ele disse e bebeu um pouco do líquido quente