A sala silenciosa onde quatro meninas repousavam em camas separadas — algumas com ataduras nos braços, outras com hematomas visíveis — era um retrato da dor que não se dizia em voz alta. As janelas abertas deixavam entrar uma brisa suave de fim de tarde, mas o ar ainda carregava tensão, medo... e esperança.
A porta se abriu devagar. A mulher que entrou trazia consigo uma energia diferente — suave, materna, firme. Seus olhos eram serenos, e seu sorriso, contido pela emoção,