Georgina volta a fixar os olhos em mim. Ela escorrega do colo de Giorgio com agilidade e dá dois passos na minha direção, parando bem no limite da varanda de madeira. Ela junta as mãozinhas na frente do corpo, inclina a cabeça para o lado e me saúda com uma doçura que destrói a última parede do meu orgulho:
— Bem-vindo, nono! — ela comemora, testando a palavra com alegria. — Você veio ajudar? Eu estou cuidando do coraçãozinho do meu papai, sabe?
Sinto uma lágrima quente e pesada romper os meus