GIORGIO
Bato levemente na madeira da porta do quarto de Gemima e sorrio sozinho antes mesmo de ouvir qualquer movimento do lado de dentro. Havia algo de abençoado na paz daquelas manhãs de sábado no sítio, um contraste absoluto com a rigidez e a frieza que marcaram boa parte da minha vida.
— Acordem, suas dorminhocas! — digo em um tom divertido, encostando a testa no batente. — Nós precisamos ir trabalhar!
Do outro lado, a voz cristalina de Georgina ecoa sem nenhum sinal de sono, cheia de ener