Breno, mesmo com o apoio dos irmãos, não conseguiu conter o desespero. Sentiu seu mundo ruir.
No auge da angústia, entrou no escritório com os olhos cheios de lágrimas:
— Eu não sou seu filho? Mas eu… — O menino encarava Hugo diretamente. Amava seu pai mais do que qualquer pessoa no mundo, e aquela descoberta lhe tirava o chão.
— Meu filho… vocês… — Hugo ficou sem palavras por um momento. Avançou na direção do garoto.
Alexandre, entendendo que se tratava de um drama particular, saiu à francesa.