Depois de uma hora sentada naquele sofá, finalmente me levantei. Meus olhos estavam fixos em um ponto qualquer na parede, enquanto minha mente tentava processar o que eu tinha feito. Como eu havia permitido que Bruno me manipulasse daquela forma? A vergonha e o nojo por mim mesma eram devastadores. Eu não era apenas uma mulher qualquer. Eu era a mãe de Benício, sobrinho de Bruno, e, ainda assim, ele me tratou como se eu fosse uma prostituta. E, talvez, para ele, eu fosse exatamente isso. Na cab