CAPÍTULO 3

O som dos pássaros foi a melodia composta pela natureza para que acordasse Signe da forma mais sussinta possível. As grandes janelas abertas iluminavam o quarto e faziam expandir a doce melodia que vinha de fora.

Uma leve brisa batia no rosto de Signe que ao senti-la mexeu-se na cama. Ouvir o canto das aves acabou despertando-a, então colocando a mão no rosto protegendo da luz do sol abriu os olhos.

A mulher ainda muito confusa com o que tinha acontecido,sentia um gosto amargo na boca e ainda deitada, bateu seus olhos nos mosquiteiros que circundavam a cama. Não estavam abertos, mas como se milimetricamente postos e amarrados em cada uma das pontas dos suportes de madeira.

Signe coçava a cabeça na tentativa de puxar algo da memória, ainda um pouco dispersa, olhava ao redor fitando a beleza do local. As paredes brancas, uma cômoda de madeira e um antigo relógio de parede chamaram sua atenção.

Percebeu que estava com uma espécie de pijama de seda e

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