— Não é fuga... — Eloise suspirou, sentando-se corretamente para encarar a amiga. — Só seria mais simples. Thomas anda muito triste, e eu odeio vê-lo assim. Mas também não posso atravessar a rua e exigir que o vizinho mude as decisões sobre a própria filha. Eu não tenho esse direito.
Monique ponderou por um instante. Conversar com Adrian parecia impossível; a situação só pioraria. Eloise o agredira no hospital e, para pedir uma trégua agora, teria que se desculpar por algo em que acreditava est