Eram quatro da manhã quando a gargalhada de Lia ressoou pela sala, e Said não pôde deixar de sorrir para ela, negando e delineando com os dedos o rosto perfeito daquela mulher.
—Não importa que ela me odeie... eu mereço...
—Ela não te odeia —respondeu Lia, se sentando na cama—. Ela é assim mesmo... é um pouco difícil, mas assim que ela te deixa entrar, ela é maravilhosa.
Said encolheu os ombros.
—É o Ian que deve se preocupar com isso... Eu só tenho olhos para o minha habibi...
Lia riu de novo