Quando Victor desligou, eu corri desesperada pela casa. Eu procurei Ana, meu porto seguro.
— O que foi, menina? Que alvoroço é esse?
— Ana, eu vou embora desta casa amanhã! Me ajuda a arrumar as minhas coisas, por favor!
Ana subiu as escadas atrás de mim curiosa.
— Mas para onde você vai, assim de repente?
— Para perto do meu filho!— respondi sem me virar.
Ana veio falando sem parar até chegar no quarto, onde eu entrei.
— Meu Deus, sua vida parece uma gangorra! Vai