Voltamos para a cama depois do jantar e Victor me conduziu gentilmente.
— Venha, meu amor! Vou fazê-la dormir!
Ele me ajudou a vestir a camisola e deitou-se ao meu lado, fazendo-me carinhos nos cabelos.
Eu estava calma. Claro que não confiava mais no Victor como antes. Eu tinha um pé bem atrás com ele.
Ele falava calmo e terno, mas expunha os seus sentimentos:
— Você queria que eu fosse diferente, não é? Queria que eu fosse gentil e cavalheiro como o Alberto, mas eu nunca me aproveitaria d