Mundo ficciónIniciar sesiónMaria apareceu na porta, silenciosa. Não disse nada, apenas observou. O olhar dela demorou em mim por um segundo a mais do que o necessário. Um olhar atento demais para ser comum.
Giovanna me ajudou a levantar.
— Vem. — disse. — Você não vai para a faculdade hoje, vai para o hospital.
Não houve espaço para discussão. Assenti, ainda sem forças para discutir.
Giovanna já estava com a bolsa no ombro, o celular na mão, digitando alguma coisa rápida demais para eu acompanhar. Maria apareceu com meu casaco, ajudou-me a vestir como se cada gesto fosse parte de um ritual silencioso. Ninguém perguntou se eu concordava. E, no fundo, eu também não queria







