O apartamento de Rafael ainda estava mergulhado na penumbra suave da madrugada quando Giovanna se deitou de lado, o lençol riscando a curva da cintura, o peito ainda arfando no ritmo morno do pós-prazer. O quarto tinha cheiro de sabonete caro e do calor deles dois misturado, o bom gosto minimalista contrastando com o caos do mundo lá fora.
Rafael, com o cabelo bagunçado e um sorriso lento, traçava círculos invisíveis na pele dela com a ponta do dedo, como se confirmasse que ela estava mesmo ali.