Capítulo 16
O sono veio, mas não foi calmo. Alana mergulhou num torpor agitado, onde realidade e fantasia se misturavam de forma perigosa.
Estava no escritório da empresa, sozinha, como tantas vezes. Mas algo estava diferente. O silêncio era denso, e o ar parecia carregado de eletricidade. Ela ouvia passos, mas não via ninguém. Sentia o cheiro de café recém-passado, o que a lembrava dele. Leonardo.
Virou-se e lá estava ele, parado à porta. Sem os óculos, sem o gel no cabelo. Os olhos castanhos