Após o fim da batalha e a partida do Arauto da Liberdade de Cylch, eles foram perseguidos pelos humanos que não entendiam sua natureza e deixavam com que o temor falasse mais alto. Os aldyanos que restavam residiam ali, usando os barcos que fabricavam para ainda exercer sua função na terra que o Senhor da Luz tanto amou, apesar de ter ciência das chances que teriam de voltar para casa.
Hoje comemoravam com a partida de mais uma nau, indo até Cylch para prestar socorro às vítimas do desequilíbr