Capítulo XXII

Assim que chegaram naquele cômodo, eles puderam ver o caos instalado. Havia um vento anormal soprando fortemente todo o recinto em uma espiral furiosa ao redor da cama, onde Eleanore estava, pairando no ar a um metro do colchão, o corpo muito reto como se ela estivesse petrificada. Havia uma espécie de aura vermelha cobrindo o corpo da menina adormecida, formando o que se assemelhava à uma teia de aranha, enrolando sua vítima.

 – Maximus! &n

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