POV: CAIO
O ar dentro do meu Jaguar parecia ter acabado. Estacionei em uma das ruelas menos movimentadas de Belém, com a Torre ao fundo servindo de testemunha muda para o meu colapso. O visor do meu celular brilhava com o nome de Diego. Eu tinha pedido socorro ao único homem que sabia onde todos os corpos estavam enterrados, e agora, o peso desse favor estava esmagando o meu peito.
Atendi na terceira batida. Minha mão suava tanto que quase deixei o aparelho cair no tapete do carro.
— Diego?