Um mal chamado Darius.

Darius fechou o livro com um baque surdo, o som ecoando nas paredes de pedra como um tiro de misericórdia. O coração martelava contra as costelas, um tambor desgovernado que parecia querer romper sua carne. Sua mente corria em uma velocidade alucinante, conectando, com uma precisão cruel, as palavras da ancestral com as tragédias sangrentas de sua própria vida.

A Bainha... estava em Ignel. Ele pensou no museu, no ovo estilhaçado

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