O pilar de fogo azul-celeste o engoliu novamente, desta vez focando no peito do Arauto. Não foi uma rajada desesperada; foi uma execução. A armadura de osso se esfarelou e a carne escura derreteu como cera; as sombras que formavam o corpo da criatura gritaram, sendo incineradas e purificadas ao mesmo tempo.
E houve apenas luz azul.
Quando a chama finalmente se dissipou, onde o Arauto estava, não restava nada. Absolutamente nada.
Apenas uma mancha de vidro negro fumegante no chão de pedra.
O sil