A criatura diante dele não era apenas poderosa; era uma tempestade de sombras encarnada. Cada movimento era uma ilusão, uma dança de desaparecimentos e reaparições que desafiava a própria física. Num instante era apenas uma silhueta à frente; no seguinte, estava atrás, o cajado descendo em um arco de energia negra que cheirava a vácuo e à poeira de estrelas mortas — um odor que fazia o estômago revirar.
Mikkel mal conseguia acompanhar. Seus reflexos, envoltos em chamas alaranjadas, tentavam int