POV: JADE
Acordei com o cheiro de café passado e o som baixo do trânsito de São Paulo entrando pela fresta da veneziana. Nós tínhamos chegado ao novo apartamento seguro na Zona Oeste por volta das quatro da manhã, depois que o jipe do Guedes sumiu na escuridão da rodovia com a Rayssa estável e medicada. Ela dormia no quarto menor, ao lado do banheiro, com a respiração lenta sob os efeitos dos remédios que o médico tinha deixado na bancada de cabeceira.
O quarto era pequeno, quadrado, com chei