A jornada foi longa e árdua. As árvores altas da floresta pareciam se estender para o infinito, suas copas densas bloqueando o sol e criando um ambiente sombrio, como se o próprio terreno estivesse tentando esconder seus segredos. O caminho que Zane nos conduzia era estreito e irregular, uma trilha que parecia quase esquecida pelo tempo. A sensação de estar sendo observada, que antes era uma intuição, agora se tornava mais palpável a cada passo.
Minha respiração estava pesada, não apenas pela distância percorrida, mas pela constante sensação de perigo iminente. Eu sentia como se a própria natureza ao nosso redor estivesse ciente da nossa presença, como se as árvores e as rochas estivessem observando-nos, à espera de algo. Algo que ainda não podíamos compreender completamente.
Ao meu lado, Damian e Theo mantinham uma postura protetora, seus olhos sempre em movimento, vigilantes. A tensão entre nós era evidente, cada um absorvendo o peso do que estava por vir. Eu sabia que Zane, com sua