O vento que soprava pela floresta tinha um tom diferente agora. Era suave, quase reverente, como se a própria natureza estivesse se adaptando ao que acabara de acontecer. As árvores, antes imóveis, agora pareciam respirar em sintonia com a energia que emanava do centro da clareira. Ângela, com os olhos ainda brilhando com a intensidade da magia que ela acabara de liberar, estava em um estado de transe, como se seu corpo estivesse assimilando a grande transformação que ocorrera.
Ao redor dela, o