Eu não respondi imediatamente, apenas olhei para ele. Zane tinha uma maneira de me acalmar, de fazer com que tudo parecesse mais simples, mais claro. Mas ainda havia a questão do medo. Medo de me entregar completamente. Medo de que, ao confiar, eu acabaria me machucando. Era uma batalha interna constante.
"Eu não sei se posso confiar em mim mesma ainda", disse, minha voz rouca. "Eu não sei se consigo acreditar que mereço isso. Todo esse carinho, todo esse apoio…"
Zane suspirou, um som profundo