Ninguém tentou responder à pergunta que eu havia feito.
Nem Haru.
Nem Ren.
Nem Eiji.
Porque qualquer resposta, naquele momento, seria apenas uma hipótese.
Continuei segurando o pingente entre os dedos.
Ele estava morno.
Quase vivo.
Como se ainda guardasse parte da pessoa que o havia usado durante tantos anos.
Respirei lentamente, tentando organizar os próprios pensamentos, mas era impossível. Minha cabeça parecia um quebra-cabeça cujas peças pertenciam a épocas diferentes.
O bebê.
O poço.
A mul