A casa estava estranhamente silenciosa naquela manhã.
Não completamente silenciosa, porque eu conseguia ouvir Rintaro no quintal, mexendo em algumas tábuas, e de vez em quando o som de passos de Hina no andar de cima. Mas, comparado aos dias em que Yuki aparecia correndo pela nossa casa ou quando alguma das outras famílias vinha passar a manhã conosco, aquilo parecia quase um templo.
Aproveitei o silêncio para terminar de organizar a cozinha.
Rintaro entrou pela porta carregando uma cesta cheia