Alice
O quarto ainda carregava o calor do momento entre nós.
Depois de toda a tensão, das discussões, dos olhares carregados… finalmente havia um respiro. Um silêncio diferente. Mais calmo.
Ou pelo menos… parecia.
Até que o som da notificação cortou o ar.
Meu celular.
Na cômoda.
Eu me afastei levemente de Coroa, ainda sentindo o corpo quente, o coração descompassado.
— Espera… — murmurei, caminhando até a cômoda.
Não era só uma mensagem.
Eu senti.
Peguei o celular.
A tela acendeu.
E meu estôma