Eu ando pelo morro com a cabeça a mil.
É estranho… porque esse sempre foi o mesmo lugar. As mesmas vielas, as mesmas casas apertadas, o mesmo barulho de sempre. Mas hoje tudo parece diferente.
Ou talvez… quem esteja diferente seja eu.
Enquanto caminho, vou observando cada detalhe. As crianças correndo, rindo, jogando bola na quadra como se não existisse perigo nenhum no mundo. Como se o som distante de tiro, que às vezes corta o ar, fosse só mais um barulho qualquer.
Meu peito aperta.
Mas ao me