Alina correu pela lateral do estacionamento com o rádio ainda quente contra a palma da mão. A voz de Gael continuava ecoando dentro dela, atravessando o medo, a distância, a fumaça e o som dos passos que ainda vinham atrás.
“Também te amo.”
Era absurdo.
Era perigoso.
Era lindo.
E era a única coisa que mantinha o coração dela inteiro naquele momento.
O homem da Helix seguia ao lado, ofegante, tentando acompanhar o ritmo dela pela rua estreita atrás do centro comercial. O rosto dele estava tenso,