Ponto de vista: Pamela
Acordei ofegante.
O coração martelava no peito como se tivesse corrido uma maratona. Meu corpo estava quente, suado, as coxas apertadas uma contra a outra, a calcinha arruinada — molhada, grudenta, encharcada de um desejo que eu não tinha autorizado. O clitóris ainda latejava, um eco elétrico do que tinha acontecido enquanto eu dormia.
A respiração saía curta, irregular. Meus lábios estavam inchados, sensíveis, como se tivessem sido realmente beijados. A pele do pescoço a