Acordei com mãos frias e delicadas em meu rosto, abri os olhos com dificuldade.
— Ty v poryadke? — a menina perguntou se estava bem em russo, assenti e levantei. Minha cabeça doía e meu rosto ardia, estava nauseada e tonta.
— Da, Spasibo! — agradeci — Que lugar é esse? — murmurei para mim mesma quando visualizei o lugar. Estávamos em uma espécie de cela, era fria; o chão de cimento; Tinha duas camas de concreto no canto e do outro lado grades enferrujadas; em cima das camas, tinha um colchão fi