Acordei com a cabeça latejando e a boca seca. A luz que entrava pela varanda era forte demais. Olhei o celular novo: já eram quase meio-dia. Tentei levantar, mas o corpo todo reclamou. A ressaca estava forte. Voltei a me deitar, puxando o lençol até a cabeça.
Alguns minutos depois, ouvi duas batidas na porta.
— Ravena? Posso entrar? — chamou Michel.
— Hum… entra — resmunguei.
Ele abriu a porta e sorriu ao me ver escondida debaixo do lençol.
— Bom dia, dorminhoca. Ou melhor… boa tarde. Como