Mundo de ficçãoIniciar sessãoVasculho junto com os meus homens todos os corredores, cada escada, cada loja, cada beco imundo e cada entrada de serviço do shopping. Vasculho como um predador faminto atrás de sua presa, os olhos atentos, as narinas esforçando-se em vão para captar qualquer vestígio que me leve até ela. Mas o cheiro da Violet já se perdeu faz horas, dissolvido no concreto, engolido pela multidão. E da Vanessa... com aquele maldito inibidor sufocando o seu aroma, não há sequer uma brisa que me conduza até ela. É como caçar no escuro, de olhos vendados, com as patas amarradas.
Vincent revisa todas as câmeras com olhos arregalados, dedos frenéticos, suando como um cão encurralado. Ele não para. Repassa imagem por imagem, de novo e de novo, principalmente a maldita câmera em frente ao banheiro. Mas nada







