Mundo de ficçãoIniciar sessãoTRÊS DA MANHÃ NÃO É HORÁRIO DE NINGUÉM
Três da manhã. A casa parecia um buraco negro de tão silenciosa. O teto do meu quarto já devia ter decorado o meu rosto, de tanto que eu encarei o gesso branco nas últimas horas. A visita a Itu, o desespero do meu pai, a revelação sobre a família Vance. Minha cabeça era uma máquina de barulho que não desligava de jeito nenhum. Desisti. Joguei a coberta grossa pro lado. Desci a escada descalça. O piso gelado bateu direto no






